Olá, leitores! Como vão? Torço para que todos estejam bem e
com muitos livros para ler.
Certamente vocês já leram, assistiram ou até mesmo ouviram
falar no filme “A Menina que Roubava Livros” e é sobre
ele que irei fazer uma crítica. Sei que já faz um tempo que o filme fora
lançado mas pra quem ainda não conhece essa “matéria” ajudará um pouco.
O filme baseado no livro de mesmo nome, do escritor Markus
Zusak, fora lançado em 2013. Para muitos que haviam lido o livro a notícia de
que haveria uma adaptação fora algo de muita felicidade por três motivos: 1- a
história é linda, 2- o livro é emocionante, 3- o final é chocante, perfeito e
surpreendente.
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Liesel e Rudy |
Li o livro e ficava pensando comigo mesmo “por que não fazem o filme?” E em um
certo dia a notícia de sua adaptação veio a tona. A surpresa logo foi
substituída pela felicidade ao ver um filme bem fiel ao livro, claro que teve
certas coisas que infelizmente não entraram para o longa mas mesmo assim o filme conseguiu ser fiel. Achei os atores ótimos, atuaram muitíssimo bem e o que mais
gostei foi a atuação da Sophie Nélisse (Liesel Meminger), achei que ela foi a
escolha ideal para dar vida a peça mais importante da obra. Os atores Geoffrey
Rush e Emily Watson (Hans e Rosa Hubermann respectivamente) também deram um show em
suas atuações.
Uma coisa que certamente chama a atenção é o fato de como a
Morte conta a história, de uma maneira hilária, digamos assim, ela narra os
acontecimentos e as mortes de uma forma muito natural sem expressar muitas
vezes qualquer tipo de sentimento, mas estamos falando da Morte, ela vê tais
coisas a todo instante e para ela isso é algo puramente normal (infelizmente é
algo normal mesmo).
O filme captou a essência do livro, aquelas cenas com
cenários simples e locais pobres mas com uma beleza e sentimentos que deixam o
expectador atento a cada detalhe. Como
não se apegar a Rudy Steiner? Aquele menino doce e meigo que torna-se o melhor
amigo da roubadora de livros, e até algo a mais surge entre eles. Não nos
esqueçamos de Max, o judeu fugitivo que se esconde na casa do Sr. e Sra.
Hubermann, que foi interpretado belissimamente pelo Ben Schnetzer.
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Para quem já estava encantado com o filme, com o modo que
retrataram a época em que Hitler "reinava" ficou em choque com o final que fez
todos ficarem com lágrimas nos olhos. Quando li aquela cena no livro tive que
parar por um momento e assimilar aquilo que eu tinha lido. Me deu aquela
vontade de querer jogar o livro no autor, bater nele, gritar, chorar e se
debater. Como o autor fez um final como aquele? Fiquei em choque e ver aquilo
nas telonas foi devastador, esperava que a cena fosse bem mais emotiva mas
mesmo com a falta de tal sentimento aquele momento foi marcante, claro que quem
assistiu/leu sentiu a tristeza mas a própria cena em si não nos passa muito
isso.
É isso, o filme é muito bom, um dos filmes que deveria ser
visto por todos e quem ainda não leu sugiro que leia, não será perca de tempo.
Espero que tenham gostado da crítica, até a próxima.
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