terça-feira, 2 de dezembro de 2014

A Menina que Roubava Livros [EU VI E LOGO COMENTO]


Olá, leitores! Como vão? Torço para que todos estejam bem e com muitos livros para ler.
Certamente vocês já leram, assistiram ou até mesmo ouviram falar no filme “A Menina que Roubava Livros” e é sobre ele que irei fazer uma crítica. Sei que já faz um tempo que o filme fora lançado mas pra quem ainda não conhece essa “matéria” ajudará um pouco.
O filme baseado no livro de mesmo nome, do escritor Markus Zusak, fora lançado em 2013. Para muitos que haviam lido o livro a notícia de que haveria uma adaptação fora algo de muita felicidade por três motivos: 1- a história é linda, 2- o livro é emocionante, 3- o final é chocante, perfeito e surpreendente.
Liesel e Rudy
Li o livro e ficava pensando comigo mesmo “por que não fazem o filme?” E em um certo dia a notícia de sua adaptação veio a tona. A surpresa logo foi substituída pela felicidade ao ver um filme bem fiel ao livro, claro que teve certas coisas que infelizmente não entraram para o longa mas mesmo assim o filme conseguiu ser fiel. Achei os atores ótimos, atuaram muitíssimo bem e o que mais gostei foi a atuação da Sophie Nélisse (Liesel Meminger), achei que ela foi a escolha ideal para dar vida a peça mais importante da obra. Os atores Geoffrey Rush e Emily Watson (Hans e Rosa Hubermann respectivamente) também deram um show em suas atuações.
Uma coisa que certamente chama a atenção é o fato de como a Morte conta a história, de uma maneira hilária, digamos assim, ela narra os acontecimentos e as mortes de uma forma muito natural sem expressar muitas vezes qualquer tipo de sentimento, mas estamos falando da Morte, ela vê tais coisas a todo instante e para ela isso é algo puramente normal (infelizmente é algo normal mesmo).
O filme captou a essência do livro, aquelas cenas com cenários simples e locais pobres mas com uma beleza e sentimentos que deixam o expectador  atento a cada detalhe. Como não se apegar a Rudy Steiner? Aquele menino doce e meigo que torna-se o melhor amigo da roubadora de livros, e até algo a mais surge entre eles. Não nos esqueçamos de Max, o judeu fugitivo que se esconde na casa do Sr. e Sra. Hubermann, que foi interpretado belissimamente pelo Ben Schnetzer.

Para quem já estava encantado com o filme, com o modo que retrataram a época em que Hitler "reinava" ficou em choque com o final que fez todos ficarem com lágrimas nos olhos. Quando li aquela cena no livro tive que parar por um momento e assimilar aquilo que eu tinha lido. Me deu aquela vontade de querer jogar o livro no autor, bater nele, gritar, chorar e se debater. Como o autor fez um final como aquele? Fiquei em choque e ver aquilo nas telonas foi devastador, esperava que a cena fosse bem mais emotiva mas mesmo com a falta de tal sentimento aquele momento foi marcante, claro que quem assistiu/leu sentiu a tristeza mas a própria cena em si não nos passa muito isso.
É isso, o filme é muito bom, um dos filmes que deveria ser visto por todos e quem ainda não leu sugiro que leia, não será perca de tempo. Espero que tenham gostado da crítica, até a próxima. 

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